O falso roubo do celular em Curitiba
Autor: Sergio Gennare - Radialista - MT/DRT/PR nº 7634
aluno do curso de jornalismo da Facinter - Curitiba
Curitiba - Paraná - Brasil
Contato: ofalsoroubodoceluaremcuritiba@gmail.com
Este conto é baseado em fatos reais, acontecidos no final do ano de 2008, em Curitiba Paraná e os nomes dos personagens são fictícios.
Nosso conto começa no mês de Outubro de 2008.
Pedrina, seu filho João e sua filha Lucy estão nas dependências de um super mercado na Cidade de Curitiba fazendo compras.
-:Mãe... veja como está barato esta bolacha doce recheada, compra para mim.( João)
-:Sim, meu filho, eu comprarei para você e para Lucy (Pedrina)
-: Obrigada, mamãe (Lucy)
Neste mesmo momento...no mesmo super mercado se encontram Mary e Catalina...
-: Oh Mary...! Você por aqui...fazendo compras?(Catalina)
-:Claro...! Amanhã é Domingo e eu farei um churrasco em minha casa, para alguns amigos... e você certamente irá...!(Mary)
-: Sim, não perco um bom churrasco por nada neste mundo...!(Catalina)
Em outro ponto do super mercado...
-: Crianças... vamos comprar pão na padaria do super mercado, estou sentindo um cheiro de pão assado agora.(Pedrina)
-:Vamos Mamãe...!(João e Lucy)
La na padaria do super mercado estão Pedrina com seus filhos João e Lucy na fila do pão, e lá estão Mary e Catalina.
João lembra sua mãe que Mary andava com a bolsa aberta e que ela passou mais ou menos perto quando eles buscavam a gondola dos cafés.
-: Mãe veja... a senhora que estava com a bolsa aberta e que não fez caso quando você a avisou que a bolsa dela estava aberta.(João)
-:Sim, é ela mesmo.(Pedrina)
Derrepente Mary grita:
-: Meu celular sumiu....por favor senhor nipônico chama este numero...!(Mary)
O Senhor nipônico chamou e o celular de Mary não tocou na fila do pão dentro do super mercado, mais mesmo sabendo que o celular dela não tocara ali na fila do pão ela maldosamente olhou em direcção do pequeno e inocente João que jamais roubaria alguém.
Mary imediatamente retrucou:
-: O que está olhando para meu filho, ele jamais roubaria algo de alguém e ainda mais aqui neste super mercado existem cameras de segurança, portanto não foi ninguém da fila do pão, você deve ter perdido, eu lhe avisei que sua bolsa estava aberta.(Pedrina)
Mary ficou vermelha igual um pimentão, mais continuou a olhar para o João.
Pedrina vendo aquilo chamou o chefe de segurança do super mercado e falhou o ocorrido e que Mary ficava olhando para o seu filho João como que querendo incrimina-lo. O chefe de segurança acalmou a situação. Cada um foi continuar as compras em sentido contrário. Afinal de contas em super mercados grandes ou pequenos existem cameras de segurança que filma e grava tudo que acontece no interior do estabelecimento. Mary que supostamente inventou o roubo do celular não podia acusar algo que ninguém cometeu, mas apesar de saber que tudo era uma farsa, ela continuou acusar o pequeno João e sabia que estava praticando crime de falsa acusação.
Então Mary passou a formar quadrilha para caluniar o pequeno João, mesmo sabendo que ele é inocente.
Os parentes de Mary, assim com amigos passaram a dizer que João havia roubado o celular dela.
Como toda MENTIRA tem perna curta, Pedrina descobriu o plano nefasto de Mary e provou que João não havia roubado nada e Mary e sua quadrilha passaram a serem chamados de mentirosos e tiveram que responder na JUSTIÇA por crime de falsa acusação e calunia.
A verdade é mais pura que a mentira, pois mostra a honra dos perseguidos pela mentira e pela calunia.
Sergio Gennare - Autor
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